domingo, 16 de outubro de 2016

PROJECT CARS - BMW M3 SATURDAY CUP



Começei a noite a treinar GT3 em Silverstone GP para o Campeonato do Race On Limit com os amigos do Couto Jr com quem já não estava a muito tempo, foi muito bom a fazer lembrar os velhos tempos da PS3, realmente é pena o som das salas do Project Cars ser tão mau ao ponto de não podermos estar os 16 pilotos em chat, ficamos mais afastados e quando temos algum toque com algum piloto como estamos em partys diferentes os pilotos não dialogam como antes para sanarem logo tudo. Enquanto estive em pista recebi vários pedidos para convite, como a sala não era minha pedi sempre autorização aos proprietários para enviar os convites, situação que para mim devia ser sempre feita em todos os grupos. 

Depois de acabar a prova perguntei se não se importavam mas ia mudar para outra party porque tinha recebido convite e também estavam a entrar online elementos mais antigos do Couto Jr. Quando mudei de party começámos a falar e estávamos todos fartos de andar a treinar GT3 há tanto tempo e pediram para eu fazer alguma das minhas corridas, o lseler7 deu a sugestão de um mini campeonato de três corridas, foi tão divertido que acabámos por ter prova extra e quando demos pelas horas já eram 3 da madrugada.


1 - OSCHERSLEBEN GP





2 - MAZDA LAGUNA SECA RACEWAY





3 - AZURE CIRCUIT





EXTRA - SNETTERTON 300









sexta-feira, 26 de agosto de 2016

ASSETTO CORSA - 1º CONTACTO


Não tinha grandes expectativas em relação ao Assetto Corsa mas estava curioso e apôs o primeiro contacto dou mais valor ao Project Cars, eles podem ser muitos bons no PC mas não perceberam o conceito das consolas, não podemos abrir uma sala privada para jogar com os amigos, não podemos abrir uma sala pública, só podemos entrar em salas... perdão servidores criados pela Kunos onde os jogadores são chamados de clientes e que eles definiram a pista e as classes ou carros e só podemos jogar online com o que nos deixam, quando estamos a entrar nessas salas, SERVIDORES podemos enviar convite aos amigos para se juntarem a nós, menos mal, mas é o único momento em que podemos enviar o dito convite, porque depois já não dá, não permite nem mesmo no início de uma nova sessão... escolhemos carro dentro dos disponíveis, existe limite para cada modelo para não irmos todos com o mesmo carro, parece-me bem, mas não deixa escolher livery vamos com uma que nos é atribuída pelo jogo de forma a não haver liveries repetidas em pista, quando a qualificação termina não saltamos logo para a grelha de partida, ficamos à espera que os pilotos que estão em pista terminem a volta, gosto disto é mais realista, mas estiver alguém parado algures ficamos emperrados... temos opção de pedir para avançar com a sessão, vai a votos, mas onde conseguimos votar? o mesmo quando alguém pede para expulsar alguma das bestas que andam em pista... como é uma sala criada pela Kunos não temos controlo das definições da mesma, nem sabemos se de futuro vamos ter, o que quer dizer que uns vão com as ajudas tipo Arcade e outros vão com tudo desligado, o comportamento em pista tirando os amigos e um ou outro jogador a vida na selva parece-me ser mais pacífica.

O feeling dos carros acho um pouco melhor que no Project Cars, o som dos carros que experimentei alguns gostei como o Ferrari 458 GT2 os ráteres são soberbos mas os sons de uma forma geral não são tão envolventes, os carros que seguem à nossa frente tem textura que não é fluída, parece que foram lá colocados à posteriori quando olhamos para o espelho retrovisor então ainda é pior... se há pessoas que dizem mal do aspecto do alcatrão do Project Cars porque é igual em todas as pistas, o que discordo, então não sei o que dizer do Assetto Corsa, dito isto a imersão no Projects Cars é bem melhor dá muito mais a sensação de estares lá, praticamente só falta o cheiro a gasolina e borracha quente.

Quando vais a atrás de alguém e queres fazer sinal de luzes caput, não percebes se as tuas luzes acenderam ou não, não tens informação do estado dos pneus, o gráfico dos danos não presta, o quadro dos tempos ainda não percebi se só actualiza quando os jogadores passam na meta ou nos sectores intermédios não é em tempo real, podem criticar mas na realidade é assim, eu gosto.

Ainda não podemos ligar teclados ou button box para definir funções, mesmo nos volantes e comandos não temos liberdade para isso, não podemos ligar os tablets ou smartphones para ajudar na telemetria.

Conclusão do primeiro contacto, aprendi a gostar mais do Project Cars, quem ainda não comprou o Assetto Corsa nesta fase não está a perder muito.

sexta-feira, 19 de agosto de 2016

Lendas e Motores - Wolf WR7


O Wolf WR7 era um carro de Fórmula Um, construído para a temporada de 1979 pela equipa de Walter Wolf Racing. Foram produzidas três versões do carro durante o ano de 1979. O primeiro foi o WR7, o segundo carro, WR8, foi construído com a mesma especificação, enquanto um carro ligeiramente modificado, WR9, apareceu pela primeira vez no Grande Prémio de Inglaterra. Os carros foram conduzidos pelo campeão de 1976, James Hunt e Keke Rosberg. O motor era um Ford Cosworth DFV.


O carro foi desenhado por Harvey Postlethwaite, anteriormente responsável pelo Hesketh 308 em que James Hunt venceu a sua primeira corrida. O ex-piloto da Wolf, Jody Scheckter deixou a equipa no final de 1978, assinando pela Ferrari, onde iria ganhar o Campeonato do Mundo. Ele foi substituído pelo campeão de 1976, James Hunt. Quando foi descoberto que Hunt era incapaz de se encaixar no chassis do Wolf WR5/ 6, um carro novo teve que ser construído à pressa antes da abertura da temporada na Argentina.


Os carros mostraram-se pouco fiáveis ​​e pouco competitivos, com a Hunt a acabar uma única corrida em seis efectuadas nos chassis WR7 e WR8. A afirmação feita pela revista MotorSport antes da temporada, de que Hunt era um piloto que provavelmente iria "rapidamente perder o interesse", quando não lhe fosse fornecido um carro capaz de ser competitivo, revelou-e acertada quando ele deixou a equipa e a Formula Um depois do Grande Prémio do Mónaco de 1979. Keke Rosberg assumiu a sua unidade para a restante temporada, mas também só terminou uma corrida. Rosberg teve um grave acidente com o WR9, durante a qualificação para o Grande Prémio do Canadá. Para Rosberg participar no Grande Prémio do Estados Unidos, foi contruída uma versão híbrida usando o monocoque da versão WR8, sendo posteriormente apelidado de WR8/9.


No final da temporada de Fórmula Um de 1979, Walter Wolf, dono da equipa, saiu da Formula Um e vendeu os activos da sua organização para Wilson e Emerson Fittipaldi para o uso da sua equipa Fittipaldi Automotive. Os carros WR7 correram como Fittipaldi F7s no início da década de 1980 na temporada de Formula Um por Emerson Fittipaldi e Rosberg.