Abertura da sala cerca das 22h30, início da Qualificação ás 23h, quando acabar a 1ª Corrida começa logo a Qualificação para a 2ª Corrida.
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Max Emilian Verstappen (Hasselt, 30 de Setembro de 1997) é um piloto Holandês de Formula 1. Defende a Equipa Red Bull de Fórmula 1.
Carreira
Nascido na Bélgica, Max Verstappen vem de uma família de pilotos: seu pai, Jos Verstappen, disputou oito temporadas de Fórmula 1 pelas Equipas Benetton, Simtek, Footwork, Tyrrell, Stewart, Arrows e Minardi; sua mãe, Sophie Kumpen, correu de kart; Paul Kumpen, seu avô, competiu em provas de Endurance, e seu tio Anthony Kunpen participou em corridas do FIA GT e nas 24 Horas de Le Mans.
Disputou uma corrida de kart pela primeira vez aos 4 anos. Até 2012, tornou-se um dos principais competidores da modalidade. Sua ascensão para os monolugares foi em Outubro de 2013, pouco depois de Max completar 16 anos. Pilotou um carro da Manor Motorsport no circuito de Pembrey, dando 160 voltas. Em seguida, fez mais um teste, agora com um Dallara F311 da Motopark Academy, no circuito de Jerez.
Em Janeiro de 2014, foi confirmada a sua participação na Florida Winter Series.Pouco depois, assinou com a Van Amersfoort Racing para disputar a Fórmula 3.Em Julho, correu o Masters de Fórmula 3 pela Motopark.
Fórmula 1
Toro Rosso (2015-2016)
Em 18 de agosto de 2014 a Equipa Scuderia Toro Rosso anunciou sua contratação para o lugar de Jean-Éric Vergne para a temporada de 2015.
A contratação do jovem gerou crítica do ex-campeão da categoria Jacques Villeneuve ao dizer que "era a pior coisa para a Fórmula 1". Em 31 de Agosto colidiu um modelo Red Bull RB8 durante uma exibição nos Países Baixos.
No entanto, logo na sua segunda corrida na categoria alcançou o sétimo lugar no Grande Prémio da Malásia de 2015 tornando-se o mais jovem piloto a pontuar na Fórmula 1, com dezassete anos e 180 dias de idade.
Red Bull (2016-)
A equipa Red Bull promoveu o holandês, Max Verstappen na equipa Austríaca, despromovendo o piloto russo, Daniil Kvyat para a equipa Toro Rosso. A escuderia Austríaca aproveitou o incidente provocado pelo Russo de 22 anos para antecipar um plano que desejava para um futuro breve: promover o garoto prodígio Max Verstappen, de 18 anos, que tem encantado a cúpula da equipa com as boas atuações na STR. Com isso, Kvyat acabou rebaixado à equipe co-irmã, que defendeu em 2014.
Apesar de ser dona das duas equipas, a companhia de energéticos nunca havia utilizado este privilégio para fazer mudanças entre seus pilotos durante a temporada. Horner tentou minimizar "rebaixamento" de Kvyat e frisou que a alteração servirá para o russo recuperar o potencial que tanto chamou a atenção em seu início de carreira.
Na sua primeira corrida na equipa alcançou o primeiro lugar no Grande Prémio da Espanha de 2016 tornando-se o mais jovem piloto a ganhar uma corrida na Fórmula 1, com dezoito anos.
O Arrows A19 foi o carro que a Equipa Arrows usou para competir na temporada de Formula Um de 1998. Ele foi conduzido por Pedro Diniz, que estava na sua segunda temporada com a equipa, e Mika Salo, que havia se mudado da Tyrrell para substituir Damon Hill.
O ano de 1998 foi um ano de promessas não cumpridas pela Arrows. Os carros foram desenhados pelo renomeado John Barnard, e tinham um look altamente distinto com uma pintura em que o preto imperava. A fraqueza principal do carro era o seu motor. Tom Walkinshaw, o líder da equipa Arrows, tinha comprado a empresa produtora de motores de Brian Hart e, assim, a Arrows tornou-se a primeira equipa de Formula Um britânica a produzir os seus próprios motores desde BRM em 1977. No entanto, o orçamento da Hart não era o suficiente para competir com os principais fabricantes de automóveis que fornecia a maioria das outras equipas, e os problemas foram exacerbados pelo carro não ser concluído a tempo.
Tínhamos portanto, um carro que provou ter bastantes problemas de fiabilidade durante toda a temporada, especialmente nos primeiros Grande Prémios, culminando em uma falha de motor simultânea, bastante embaraçosa no Grande Prémio de Espanha de 1998. No entanto, a próxima corrida no Mónaco provou a eficácia do seu chassis: em um circuito onde a potência do motor não é tão vital, os carros eram competitivos e ambos os pilotos acabaram por marcar pontos. Depois disso, os carros eram muito lentos e pouco confiáveis para serem candidatos a um bom resultado, embora Diniz tenha ainda conseguido um quinto lugar no caótico Grande Prémio da Bélgica de 1998.
A equipa terminou na sétima e respeitável posição no Campeonato de Construtores, com seis pontos.